Economic data
Limitar expansão dos gastos não é tesouraço
Na minha coluna anterior aqui na Folha, defendi um ajuste fiscal de cerca de 2 pontos percentuais do PIB (Produto Interno Bruto) até 2030 -de um déficit primário de 0,5% do PIB em 2026 para um superávit de 1,5%- , condição para estabilizar a dívida bruta no médio prazo, hoje já em 82,9% do PIB. Ou seja: defendo basicamente que o governo cumpra as metas indicativas que ele mesmo apresentou no PLOA 2027 (Projeto de Lei Orçamentária Anual), enviado em agosto para o Congresso (sem contabilidade criativa). Leia mais (11/05/2026 - 17h05)
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