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No Dia da Democracia, defendê-la nas urnas será nossa única opção
Em 1975, quando eu tinha 9 anos, meu pai, Vladimir Herzog, foi assassinado no Doi-Codi, em São Paulo. Trago imagens do dia anterior, quando fui com minha mãe, Clarice, e meu irmão, André, até a Redação da TV Cultura, onde meu pai dirigia o Departamento de Jornalismo. Para mim, aquele era um dia comum e eu esperava passar os dias seguintes no interior paulista com a minha família. Mas, em 26 de outubro, um dia após o crime, minha mãe nos contou sobre a morte de nosso pai. Leia mais (10/21/2026 - 22h00)
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