Os fantasmas que o Brasil se recusa a enterrar
Em "Memórias da Plantação", a pensadora e artista Grada Kilomba recorre à metáfora do fantasma para refletir sobre a permanência do passado colonial no presente. Para a autora, o colonialismo não seria uma história encerrada, guardada nos livros ou confinada aos museus, mas uma presença que continua a organizar relações sociais, produzir desigualdades e assombrar aqueles que se recusam a reconhecer sua existência. O fantasma retorna justamente porque aquilo que deveria ter sido enfrentado permanece sem elaboração. Leia mais (10/22/2026 - 18h43)
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