Maria Fernanda Cândido encara musa ferida em montagem rara de Ibsen
Poucas vezes o teatro encarou a vaidade da criação com tanta lucidez e amargura quanto no testamento dramático de Henrik Ibsen (1828?1906). Ao terminar "Quando Despertarmos de Entre os Mortos" às portas do século 20, o dramaturgo norueguês deixou de lado as teses sociais que o consagraram para montar um tribunal íntimo sobre a própria vocação. Leia mais (10/27/2026 - 11h00)
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