Romantizar o terceiro setor é uma forma elegante de não levá-lo a sério
Já vi essa cena muitas vezes, e em algumas delas o personagem fui eu. Um executivo sai de uma reunião na Faria Lima (SP), cruza com alguém dormindo na calçada e carrega aquilo na cabeça o resto da semana. Na sexta-feira, organiza uma doação de cobertores no escritório. O gesto é sincero e necessário. O incômodo, claro, é legítimo, mas não é essa a questão. Leia mais (10/28/2026 - 08h00)
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